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a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

lições simplistas de economia*

25.09.12 | Claudia Borralho

* disclaimer - eu não percebo nada de economia senão a minha lá de casa

 

1. Não se gasta aquilo que não se tem

 

Durante anos e anos gastou-se mais do que se tinha, é uma conta simples - ganhamos x com isto e temos esta lista de gastos gigantesca.

Como o que tinhamos não chegava para pagar as contas, pedimos emprestado. Agora não só não tinhamos suficiente para pagar as contas como ainda tinhamos os juros dos empréstimos a fazer crescer a conta.

A vida não era a melhor de todas, fomos ganhando qualidade, mas também não eramos ricos e custa voltar atrás. Mas para a conta começar a equilibrar tem mesmo que se cortar em tudo o que não podemos pagar.

Primeiro vão os luxos e desnecessários - era bom andar de carro e motorista mas agora teremos de andar a pé, e viver em casas mais modestas, e deixar de fazer festas e almoçaradas. Também era simpático ajudar os amigos, mas isso também terá de acabar.

A seguir os cortes mais dificeis, precisamos de 10 professores mas só conseguimos pagar 5, 5 terão de ir. Precisamos de médicos 24h/dia, mas só conseguimos pagar 12h, cortar. Precisamos de 800 000 mil funcionários, mas só conseguimos pagar 700 000, 100 000 terão de ir.

Depois avalia-se o que sobra, tenta-se gerar um pouco mais de ganhos e logo se vê como se vai recompondo a casa. Não se gasta aquilo que não se tem.

 

(eu se fosse funcionário público já andava há muito à procura de outro trabalho, é bastante claro que o empregador "estado" está mais que falido, se estivessemos a falar de uma empresa já tinham visto o que se passava, não?)

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