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a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

um odor estranho

25.05.18 | Claudia Borralho

Há algum tempo que andava a sentir um odor estranho no sotão e nos últimos dias andava a intensificar-se. Seria cocó? Diarreia? Vomitado? Hoje finalmente descobri. Era uma embalagem de iogurte liquido ainda com resto de iogurte. Estava no lixo do sotão, soterrada por baixo de restos de cortes de tapete anti-derrapante e uma caneca partida.

 

Podia ter sido pior, podia estar atrás de algum caixote e só a iria descobrir quando o cheiro fosse tão forte que me via forçada a desarrumar o sotão todo. Atrás de móveis já encontrei restos de pão, debaixo das camas pão e embalagens de leite (felizmente geralmente por abrir) são comuns. Das mochilas já sairam peras podres, bananas esmagadas, iogurtes e duma só vez uns 7 pacotes de leite. Uma vez enviei uma banana para um lanche num passeio, regressou esmagada e colada a tudo o resto que estava na mochila, nunca mais enviei bananas até ao dia que arranjei daquelas caixas de banana. Depois disso já apanhei uma banana para lá de preta com bolor e tudo, mas como estava na caixa fantástica não passou nada para fora. Enfim... restos de embalagens e comida é mais que habitual com crianças.

One raindrop raises the sea - o balde

24.05.18 | Claudia Borralho

Há muitos anos atrás houve uma série na tv que toda a gente via menos eu - Dinotopia. No entanto, vi o último episódio e arrependi-me de não ter feito como toda a gente e acompanhado a série. Estará no netflix? Alguém sabe?

 

“Survival of all or none.
One raindrop raises the sea.
Weapons are enemies even to their owners.

Give more, take less.
Others first, self last.
Observe, listen, and learn.
Do one thing at a time.

Sing every day.
Exercise imagination.
Eat to live, don't live to eat.”


― James GurneyDinotopia: A Land Apart from Time

 

Bom, nesse episódio houve algum personagem que disse "one raindrop raises the sea" e aquela citação ficou para sempre comigo. Podemos aplicá-la a tudo na vida - palavras, atitudes, dinheiro, coisas boas, coisas más e a ser ecológico (que se me lembro correctamente era a mensagem da série original).

 

Se faço tudo da forma mais ecológica na minha vida? Bom, não. Mas tento. Tento sempre que posso, afinal basta uma gota para aumentar o nível do mar.

 

Hoje vou falar da minha mais recente mudança de vida ecológica. Não é modernice nenhuma, pelo contrário é mais uma daquelas de adoptar hábitos do passado, como já falava há uns anos.

 

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Comprei este balde (diz que é um balde de obras) e uso-o para transportar lixo para o contentor. Comprar mais uma coisa de plástico não é a coisa mais ecológica, mas em minha defesa um único balde é mais barato que uma embalagem de sacos de plástico para o lixo. Com a ajuda do balde já eliminei incontáveis saquinhos de plástico transparente para cocós dos gatos e sacos de plástico para lixo que usava para transportar a troca da areia de gato e o bedding do porquinho da india.

 

Ainda uso saco de lixo no caixote da cozinha... Mas, lá chegaremos.

 

E por aí, alguma novidade ecológica?

 

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Alho francês à brás (minimalista)

23.05.18 | Claudia Borralho

Ou seja, também podiamos chamar a isto alho francês com ovos mexidos :)

 

200gr alho francês

2 ovos

sal, pimenta e noz moscada qb

uma colher de sopa de óleo de coco

 

Cortar o alho francês às rodelas finas e lavá-lo muito bem. O alho francês tem sempre imensa terra e areia entre as camadas.

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Colocar a frigideira no lume e deixar aquecer. Juntar a colher de óleo de coco e quando estiver bem líquido colocar o alho francês. Deixar cozinhar até amolecer e adicionar os temperos. Misturar bem.

 

Partir os ovos directamente em cima do alho francês na frigideira, sem mexer primeiro à parte.

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Vi isto uma vez num programa do Jamie Oliver em que viajava por diversas regiões e cozinhava inspirado pelas cozinhas locais. Nunca mais voltei a mexer ovos. Menos louça suja e adoro os ovos mexidos com uns laivos de branco.

 

Mexer e servir. Enjoy.

 

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sibling rivalry 2

22.05.18 | Claudia Borralho

Nos comentos via FB surgiu esta sugestão - o novo livro da Magda Gomes Dias. A ver!

 

"Respira fundo.


3,5 é o número de vezes que os irmãos se pegam por hora. O que quer dizer que, a cada quinze minutos, ouvimos «Oh, mãe, ele está a chatear-me» e «Não sou eu, é ela!». Quem o diz é Laurie Kramer, professora na Universidade de Illinois que estuda as relações familiares.