Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

a vidinha como ela é

(e uma mãe que mete a mão em tudo) por Claudia Borralho

5 meses

19.07.10 | Claudia Borralho

A miúda continua giraça e simpática. Como está bem é rodeada de muitas pessoas e actividade. Sozinha comigo em casa fica muito aborrecida e berra desalmadamente, principalmente para dormir. Tem 61cm e 6,300Kg. Vai fazer um RX para verificar se não tem displasia da anca.

Eu tive direito à minha já habitual visita ao hospital, desta vez com pompa e circunstância.

Subitamente comecei com dores imensas abdominais, nas costas, aperto no peito (tive que despir o soutien), nauseas, a pele a ficar toda pegajosa e suada. Primeiro achei que aquilo passava rápido, há cerca de mês e meio tinha sentido precisamente o mesmo e passou em alguns minutos. Depois comecei a assustar-me. Liguei ao Tiago porque era óbvio que eu não era capaz de ir buscar o Gabriel à escola, depois liguei á minha mãe porque tinha de reconhecer que não estava capaz de tomar conta da Oriana. Tentei deitar-me e a dor tornava-se pior.

Quando a minha mãe chegou liguei para o Saúde 24. Atendeu-me a enfermeira Gabriela que depois de muitas perguntas me diz: Aguarde um momento que vou passar a chamada para o Instituto de Emergência Médica para ser melhor avaliada. Pronto, aqui tive o meu momento de pânico. Inspira, expira. Ao telefone agora com o enfermeiro do INEM que me fez basicamente as mesmas perguntas que a enfermeira do Saúde 24 e diz-me: Está mais gente em casa? Tem um adulto consigo? Vai ficar sentadinha onde está, não se levanta nem para ir beber água. Não se preocupe, vamos levá-la ao hospital, fazer uns exames e ver se está tudo bem. Por esta altura estava com aquela bebedeira de "felicidade" que me dá com os picos de adrenalina. Acho que os bombeiros nem 5 minutos demoraram a lá chegar.

Por esta altura já estava com dores há mais de uma hora e estavam agora a diminuir um pouco de intensidade. Os bombeiros viram-me a tensão, as pulsações e depois levaram-me de cadeira de rodas prá ambulância e direitinhos ao hospital. A cena da cadeira de rodas deu-me outro momentito de pânico, que isto não era suposto estar a acontecer, que tenho dois filhotes e não podia ser. Na ambulância fui a oxigénio e não estava a espera, mas aquilo fez-me sentir melhor.

No hospital entrei direitinha primeiro uma enfermeira e depois pró médico. Fez-me um electrocardiograma e felizmente estava tudo bem aí, o médico perguntava senão tinha discutido com o marido porque lhe parecia uma situação de quem se tinha enervado. Mas eu estava na minha altura do dia mais relaxada. De manhã a miúda tinha gritado como tudo mas à tarde fomos dar um passeio grande e tinha acabado de arrumar a louça da máquina com ela sempre serena e calminha. Fui então fazer análises.

Continuava com dores embora agora um pouco de menor intensidade. Esperei, esperei, esperei tive um momento em que me senti hiper zonza e cansada, já só queria sair dali e que as dores terminassem. Finalmente pouco depois das 21h senti-me sem dores e o médico já tinha o resultado das análises.

Um valor do fígado alterado, ao que o médico me disse para ir ao meu médico pedir para fazer uma ecografia, e indicações de infecção urinária na análise da urina, passou-me antibiótico e um tipo de anti-inflamatório. Eu perguntei se aquelas dores poderiam ser de uma infecção urinária, ele respondeu-me apenas que a infecção urinária poderia dar dores abdominais.

Não voltei a ter as ditas dores, mas sinto-me a precisar urgentemente de consultar um Dr. House...

Hoje vou ver uma médica e contar-lhe a minha historieta, mostrar as análises do hospital e ver o que me diz.

dona de casa assim assim

09.07.10 | Claudia Borralho

Depois deste post da Melissa aqui ficam os meus dois cêntimos.

 

As compras lá em casa não têm espaço temporal pré-determinado. Podem ser todos os dias, dia sim dia não, à semana... enfim quando calha. Vou quando me apetece e faz falta qualquer coisa.

Nunca, mas nunca mesmo vou às compras sem lista. Ir às compras sem lista é um suicídio orçamental, até porque mesmo com lista vem sempre algum extra.

Sempre que alguma coisa acaba ou já só há uma embalagem, escreve-se no quadro da lista de compras. Assim é simples e não é preciso andar a revirar o frigorífico e a despensa para ver o que falta.

 

 

Uma ou duas vezes por mês vou fazer "compras grandes". Grandes em volume e em valor. No mínimo os 125€ da praxe para o Continente entregar em casa á borlix. Aproveito e compro carne e peixe para várias semanas, de preferência em dia de desconto nos ditos. Vários pacotes de fraldas, de leite, de leite adaptado, kilos de massa e enlatados.

A fruta vem em pequena quantidade e vai-se comprando sempre que é preciso. Os vegetais compram-se, lavam-se, cortam-se prontos a utilizar e congela-se. E de preferência compram-se na feira que são sempre melhores e ás vezes mais baratos.

99% das compras são marca branca.

Se fizerem as compras sempre no Mini-Preço vêem o orçamento de supermercado baixar consideravelmente, não só os preços da marca branca são simpáticos, mas principalmente porque é um supermercado com poucas tentações ;)

 

A roupa lava-se com uma bola de lavagem e "uma pinga" de detergente normal, porque a roupa lá em casa está sempre muito suja, lençóis e toalhas lavam-se só com a bola. Comprei a bola no IZI, 20€ para 3 anos. De resto usamos muito lexívia e super-gel, depois de anos a testar tudo o que é oxi-coiso cheguei á conclusão que não tenho pachorra para andar a esfregar nódoas e pôr os trapinhos ao sol, e esfregar outra vez... Eu bem juntava os oxi-coiso á lavagem (de marca e tudo!) e era o mesmo que usar só o detergente!

 

As máquinas trabalham sempre depois da meia-noite ou ao fim-de-semana porque temos tarifa bi-horária.

 

Também costumo fazer menu, curiosamente a minha estratégia é diferente do que leio por aí. Primeiro vou às compras e conforme as compras que fiz elaboro o menu. Já cheguei a ter menu pronto para mês e meio! Alterna-se peixe com carne e às vezes é vegetariano. Assim não corro o risco de ter uma coisa no menu e depois não haver no supermercado.

 

Ultimamente tenho tentado que o menu seja mais saudável, mais carnes brancas, mais peixe e sempre grelhados e pouca comida com molhos.

 

 

 

virar, virar

05.07.10 | Claudia Borralho

No dia que completou 4 meses virou pela primeira vez de barriga para baixo. Virava para a esquerda e depois da coisa bem treinada começou a treinar virar para a direita. Hoje conseguiu virar para a direita :)

Já come sopa com batata, cenoura, cebola e carne de borrego e hoje experimentou pera.

 

O mano grande já há umas semanas que faz xixi de pé e não usa o redutor.

Pág. 3/3