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Claudia Borralho

A VIDINHA COMO ELA É (e uma mãe que mete a mão em tudo)

Claudia Borralho

A VIDINHA COMO ELA É (e uma mãe que mete a mão em tudo)

presos a horários

Dizem que as rotinas são importantes, mas será tão benéfico assim vivermos presos a horários?

Já lá vão quase 5 anos que tomei a opção de trabalhar a partir de casa. Foi a melhor decisão que alguma vez tomei, aliás a minha saúde e a vida do meu filho praticamente a isso o obrigaram. E se for mesmo para a frente a hipotese do trabalho a tempo parcial comparticipado, podem crer que eu estou lá*!
Eu não acordo os meus filhos de manhã, eles acordam por si, depois de terem dormido as horas que os seus pequenos corpos pedem e precisam. Quando por acaso um acorda o outro antes de tempo isso revela-se logo no seu temperamento, nas birras. Isto só é possível porque eu trabalho a partir de casa.

Mesmo assim a prisão dos horários não nos larga. A educadora gostaria de ter lá todos os seus meninos às 9h30, com tolerância até às 10h. E eu até a entendo, ela começa a trabalhar com eles e interrupções e meninos atrasados perturbam esse trabalho. Mas bolas, meninos de 3, 4 e 5 anos não seria muito mais benéfico deixá-los dormir e ser o trabalho a adaptar-se a eles do que enfiá-los tão cedo numa caixa que faz tic tac?

Quando nos atrasamos e chegamos após as 10h eu levo sempre um sermão da educadora do mais velho...

Se fosse só eu cá em casa, não me importaria nada de começar a trabalhar por volta das 8h30 e dar por terminado às 16h. Em vez disso começo pelas 10h e deveria terminar às 18h, mas prolongo sempre até às 19h.

E dentro de alguns meses vamos lá ver como vai correr a alteração de ter o mais velho na primária, vamos começar todos mais cedo e terei mesmo que os começar a acordar (pode ser que convença a minorca a dormir mais cedo e assim não terei de a acordar de manhã).

 

Para ler - esta crónica da Catarina.

* há um senhor que comenta a crónica da Catarina dizendo "Porque será que as portuguesas são tão preconceituosas relativamente em estar em casa?" que coisa tão parva de se dizer, o trabalho fora de casa pode ser muito importante para a saude mental e realização pessoal da pessoa, seja mãe ou pai. A possibilidade de estar em casa e apoiar os filhos cabe tanto a um como a outro e sinceramente a grande maioria das mulheres gostaria muito de poder estar em casa, mas é obrigada a trabalhar fora para sobreviver.

cancel talk!

Pois é, andava a ruminar isto nas últimas semanas.
Tenho que admitir que pura e simplesmente não tenho tempo para preparar a talk como deve ser. Ainda andava na expectativa de ser aprovada mas hoje, quando vi que já só haviam 15 slots achei que era melhor cancelá-la e não ocupar a slot de alguém que queira mesmo muito fazer a sua.

Cancelei-a!

 

Para a posteridade deixo aqui a votação que teve a talk, nunca esperei que tivesse uma votação assim e era em parte este sucesso que me deixava hesitante de cancelá-la logo duma vez.

 

 

Tenho pena, mas é preferível eu descansar um pouco a minha cabeça!

Questionário Creches e Jardins de Infância

Tenho guardadinho numa gaveta um projecto muito especial para uma creche.

Seria uma grande ajuda se pudessem preencher este pequeno questionário. Se o puderem partilhar, por email por exemplo, enviem-me um mail para que vos possa encaminhar o link do questionário para partilha.

 

Create your free online surveys with SurveyMonkey, the world's leading questionnaire tool.

 

Muito obrigada!

 

Originally posted 28/7/2011 11:54

forma e função

Forma e função são os dois pratos da balança de todo e qualquer designer. De roupa, de equipamento, de interiores, graficos, web, todos eles tentam equilibrar estes dois pratos.

Já conheci designers cuja balança pendia um bocadinho mais para a forma (o bonito vá). Não descurando a função, a verdade é que viam o seu trabalho duma forma mais artística e ficavam super ofendidos com alguma pequena alteração. O trabalho deles não podia ser "violado".

Sempre considerei estes designers um pouco imaturos, sei que com a experiência aprendem a largar-se um pouco mais dos seus trabalhos e não vivê-los tanto como extensões da sua arte.

O meu prato sempre pendeu mais para a função, na verdade a arte no geral não me fascina, sempre gostei mais de coisas com utilidade prática (e sim, eu sei que a arte também tem a sua utilidade, no quebrar barreiras, convenções, fazer-nos pensar, mexer com as emoções... não vale a pena atacarem-me por aqui). Toda a vida me irritaram as plantas e flores da minha mãe, aquela selva como lhes chamava e quando me deu para a veia agrícola semeei salsa, coentros e feijões. No meu trabalho de design igual, acabava por preferir uma coisa mais feinha mas funcional a algo muito bonito e difícil de usar.

De tal forma que há uns anos atrás até lia com atenção as coisas deste senhor. Radicalissimo na altura, chegou a dizer que todos os sites deviam ser com fundo branco e todos os links sublinhados e no default azul (e pelos visto não mudou muito... pelo aspecto do site).

Era super funcional não acham? Uma web em que não haveria margem para enganos, todos os fundos da mesma cor, todos os links sublinhados e sempre na mesma cor, os botões sempre iguais. Um pouco como os sinais de trânsito. Mas um pouco aborrecido e não muito bonito...

Também já me deparei com designers cujo prato pende um bocadinho demais para a função. Lamento, mas se apenas vão pensar na funcionalidade isso não é design. O mundo não é feito apenas de duas cores, nem o vermelho significa sempre proibido e o verde avançar, há toda uma variedade de significados e culturas que tornam o mundo a maravilha que é.

Forma e função em equilíbrio, é esse o objectivo.

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