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Claudia Borralho

A VIDINHA COMO ELA É (e uma mãe que mete a mão em tudo)

Claudia Borralho

A VIDINHA COMO ELA É (e uma mãe que mete a mão em tudo)

o "selo" do carro (imposto único de circulação)

Ainda no outro dia me lembrava de mais esta chatice e de como não fazia ideia quando se comprava isto agora.
Cruzei-me com um artigo com todas as informações, aqui ficam em formato dica.

- O IUC é devido independentemente do efectivo uso ou fruição do veículo (por isso se têm algum chasso arrumado na garagem também têm de lhe comprar um selito)

- O pagamento faz-se no mês da matrícula do veículo (se a matrícula é de Janeiro, é melhor apressarem-se ;) )

- As finanças não têm que notificar ninguém para pagar este imposto (se tens carro, tens mais é que te lembrar que tens isto para pagar)

- A liquidação do imposto é efectuada ou na internet, ou nos próprios serviços de finanças (no caso de pessoa colectiva é obrigatoriamente feita através da internet)

- Deixa de existir dístico para afixação no veículo - sempre que for pedida a prova de pagamento do imposto, temos de apresentar o respectivo comprovativo (deverá acompanhar sempre a documentação do veículo)

- Veículos de categoria A que tenham sido matriculados antes de 1981 e veículos de categoria E matriculados antes de 1992, não pagam imposto

puto! temos de ter uma conversa!

É assim miúdo, eu sei que tirando a constipação constante e as conjuntivites tu tens sido assim, do mais saudável que há, que até resistes às mini-epidemias de caganeira e vomitados lá da escolinha. Mas ter febre de cada vez que um dente resolve romper, não pode ser!
Vamos lá entender-nos, que venham os dentes, mas nada de febres, tá combinado?
Vamos lá a ver!!!!

Pois é, depois do primeiro dente ter tido direito a febre 39,5º e a durar três dias, eis que ontem me ligam da creche a dizer que o Sr Gabriel tinha temperatura (e já se andavam a queixar há dois dias que andava muito rabujento e chorão, em casa estava o igual de sempre e a dormir maravilhosamente). Eram só 38,3º mas pedi para lhe colocarem logo o benuron no rabiosque.
Quando finalmente lá cheguei o puto estava feliz e terrível como sempre :)
Enfim, em casa reparei que estava um sacana dum dentinho a romper ao lado do primeiro.
Não voltou a fazer febre, mas a noite foi levantar de hora a hora e a pôr bucagel.

Tu vê lá puto, os dias de assistência à família vão se esgotar num instante assim! E ainda vamos em Janeiro!

Dica culinária

A Ana pergunta (sobre os brownies): "Já agora.... por muito parva que a pergunta seja: suponho que faças isto num tabuleiro de ir ao forno e depois os cortes, né? Untas a forma normalmente, usas papel vegetal...??"

Sim, coloco a massa toda num tabuleiro e depois de cozido corto aos quadrados. Faço num tabuleiro normalíssimo de metal, daqueles baratos que se vendem em todo lado.

Farta de untar formas, lembrei-me, há muitos anos atrás, de forrar a forma com papel de alumínio :) Não tem que ser untado, sai inteirinho do tabuleiro e nem preciso lavar a seguir!

Para outras coisas (tartes, bolachinhas, etc) uso sempre as minhas formas de silicone, um verdadeiro essencial da cozinha!

carnaval

Eu sempre adorei o carnaval, ou melhor, eu sempre adorei serpentinas e mascarar-me.
Todos os anos era uma delícia a contagem para o carnaval e passar os dias fantasiada.
Tinha uma inveja imensa da Regina e da Raquel que apareciam sempre com as máscaras mais perfeitas e fabulosas feitas pelas mães respectivas, a minha mãe nunca teve tempo nem inspiração para tal coisa (mas no ano que nos esquecemos do carnaval ela sacou do baton e mascarou-me à porta da escola com umas bochechas hiper rosadas e lá vais tu de boneca).

Depois fomos crescendo e o carnaval passou a ser uma relação amor-ódio. Amor às fantasias, ódio aos ovos, bombinhas de mau cheiro e balões de água (ao princípio não haviam balões, era sacos de plástico que era ainda pior).

Não sabia se havia de mascarar o Gabriel. Por um lado uma vontade enorme de voltar às máscaras, por outro o facto de ele ainda ser tão pequenino e obviamente não ligar nem perceber nada do que são aquelas roupas esquisitas.
E se o mascarasse teria sempre de ser sem grandes acessórios, nem pinturas, e que a roupa fosse quentinha e confortável.

Entretanto pespegaram na entrada da sala dele que "vem aí o carnaval e queremos vir mascarados". Óbvio que não há obrigatoriedade, mas fez-se o clique e resolvi fazer-lhe uma fatiota :)

Agora ando ansiosa que chegue sexta-feira para vesti-lo e fotografa-lo com a máscara do seu primeiro carnaval!

Deixo uma ideia para as mamãs de bebés mais pequeninos que queiram mascarar os rebentos: vi à venda uma espécie de saquinhos em forma de pimento vermelho! Um espectáculo! (se ele não gatinhasse e afins era mesmo de pimentinho que ia!)

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